Curvas paramétricas e funções vetoriais

Parametrização, triedro, planos associados, comprimento, curvatura e centro de curvatura.

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A hélice r(t)=(cos⁡t,sin⁡t,t)\mathbf r(t)=(\cos t,\sin t,t) descreve um ponto que roda em torno do eixo zz enquanto sobe. Em t=0t=0 está em (1,0,0)(1,0,0); em t=πt=\pi está em (−1,0,π)(-1,0,\pi). Uma volta aumenta a altura em 2π2\pi.

Esta é uma curva parametrizada: a função vetorial r\mathbf r associa a cada valor do parâmetro tt uma posição. A imagem diz por onde passa; a parametrização diz em que ordem e a que velocidade. Se tt representar tempo, as derivadas descrevem o movimento.

Parametrizar uma curva

O segmento de PP a QQ é r(t)=P+t(Q−P)\mathbf r(t)=P+t(Q-P), com 0≤t≤10\le t\le1. Para P=(1,0,2)P=(1,0,2) e Q=(3,2,0)Q=(3,2,0), fica (1+2t,2t,2−2t)(1+2t,2t,2-2t). Substituir t=0t=0 e t=1t=1 confirma os extremos e o sentido.

Uma circunferência de centro (a,b)(a,b) e raio R>0R>0 é (a+Rcos⁡t,b+Rsin⁡t)(a+R\cos t,b+R\sin t), 0≤t≤2π0\le t\le2\pi, em sentido anti-horário. Troca sin⁡t\sin t por −sin⁡t-\sin t para inverteres o sentido. A hélice r(t)=(cos⁡t,sin⁡t,t)\mathbf r(t)=(\cos t,\sin t,t) sobe uma volta quando tt aumenta 2π2\pi.

Limites, derivadas e integrais de funções vetoriais calculam-se componente a componente. Para um produto escalar, (u⋅v)′=u′⋅v+u⋅v′(\mathbf u\cdot\mathbf v)'=\mathbf u'\cdot\mathbf v+\mathbf u\cdot\mathbf v'. A mesma regra vale para o produto vetorial, conservando a ordem dos fatores.

Velocidade e vetor tangente unitário

A velocidade é v=r′\mathbf v=\mathbf r'; a velocidade escalar é v=∥r′∥v=\|\mathbf r'\|; a aceleração é a=r′′\mathbf a=\mathbf r''. Assumimos r\mathbf r de classe C1C^1, ou seja, com derivada contínua. Uma curva é regular num ponto se r′≠0\mathbf r'\ne0, porque só aí podemos definir

T=r′∥r′∥.\mathbf T=\frac{\mathbf r'}{\|\mathbf r'\|}.

Na hélice, r′=(−sin⁡t,cos⁡t,1)\mathbf r'=(-\sin t,\cos t,1) e v=2v=\sqrt2. Em t=0t=0, P=(1,0,0)P=(1,0,0) e T=(0,1,1)/2\mathbf T=(0,1,1)/\sqrt2. A reta tangente é P+s(0,1,1)P+s(0,1,1). O parâmetro ss desta reta é novo, por isso não precisa de coincidir com tt.

Para duas curvas que se cruzam, o ângulo entre os sentidos de movimento vem de cos⁡θ=(v1⋅v2)/(∥v1∥∥v2∥)\cos\theta=(\mathbf v_1\cdot\mathbf v_2)/(\|\mathbf v_1\|\|\mathbf v_2\|). Se pedirem o menor ângulo entre as retas tangentes, usa o módulo do numerador.

Normal principal e binormal

Para calcular a normal e a curvatura, assumimos ainda r\mathbf r de classe C2C^2, ou seja, com segunda derivada contínua. A tangente muda de direção quando a curva se dobra. Se T′≠0\mathbf T'\ne0, o normal principal é N=T′/∥T′∥\mathbf N=\mathbf T'/\|\mathbf T'\|. No espaço, B=T×N\mathbf B=\mathbf T\times\mathbf N completa o triedro ortonormal.

Para a hélice:

T′=(−cos⁡t,−sin⁡t,0)2,N=(−cos⁡t,−sin⁡t,0),B=(sin⁡t,−cos⁡t,1)2.\mathbf T'=\frac{(-\cos t,-\sin t,0)}{\sqrt2},\qquad \mathbf N=(-\cos t,-\sin t,0),\qquad \mathbf B=\frac{(\sin t,-\cos t,1)}{\sqrt2}.

Em t=0t=0, N=(−1,0,0)\mathbf N=(-1,0,0) aponta para o eixo da hélice. Confirma que os três vetores têm norma 1 e produtos escalares nulos.

O esquema seguinte é a projeção da hélice no plano xyxy: o círculo é a sombra do percurso, não o percurso. A seta marcada T(0)\mathbf T(0) é a projeção da tangente espacial, e a subida segundo zz não aparece no desenho.

Um plano com normal n\mathbf n que passa por PP satisfaz n⋅((x,y,z)−P)=0\mathbf n\cdot((x,y,z)-P)=0. Os planos associados à curva usam as três direções do triedro:

PlanoVetor normalEquação na hélice em t=0t=0
NormalT\mathbf Ty+z=0y+z=0
OsculadorB\mathbf B−y+z=0-y+z=0
RetificadorN\mathbf Nx=1x=1

O plano osculador contém as direções tangente e normal principal. Numa reta, T′=0\mathbf T'=0, por isso este triedro não define uma normal principal única.

Comprimento de arco

O pequeno deslocamento tem comprimento aproximado ∥r′(t)∥ dt\|\mathbf r'(t)\|\,dt, por isso somamos:

L=∫ab∥r′(t)∥ dt.L=\int_a^b\|\mathbf r'(t)\|\,dt.

Uma volta da hélice tem comprimento ∫02π2 dt=2π2\int_0^{2\pi}\sqrt2\,dt=2\pi\sqrt2. O deslocamento entre os extremos tem norma 2π2\pi, menor que o comprimento percorrido, porque o caminho dá a volta. Integrar o vetor velocidade dá deslocamento, não comprimento.

A função s(t)=∫atv(u) dus(t)=\int_a^t v(u)\,du mede o arco percorrido. Se v>0v>0, é crescente e permite usar o próprio comprimento como parâmetro; nessa parametrização a velocidade escalar é 1.

Para r(t)=(3cos⁡t,3sin⁡t,4t)\mathbf r(t)=(3\cos t,3\sin t,4t), v=5v=5 é constante e s(t)=5ts(t)=5t. A inversa é t=s/5t=s/5, logo

q(s)=(3cos⁡s5,3sin⁡s5,4s5)\mathbf q(s)=\left(3\cos\frac{s}5,3\sin\frac{s}5,\frac{4s}5\right)

tem ∥q′(s)∥=1\|\mathbf q'(s)\|=1. Para reparametrizar, medimos o comprimento, invertemos a função e substituímos no percurso. A norma unitária confirma que uma unidade do novo parâmetro corresponde a uma unidade de comprimento.

Aceleração tangencial e normal

Deriva v=vT\mathbf v=v\mathbf T pela regra do produto. Como T\mathbf T é unitário, T′\mathbf T' é perpendicular a T\mathbf T e ∥T′∥=vκ\|\mathbf T'\|=v\kappa. Obtém-se

a=v′T+v2κN.\mathbf a=v'\mathbf T+v^2\kappa\mathbf N.

A parcela v′v' mede travagem ou arranque ao longo da tangente; v2κv^2\kappa mede a curva para o lado da normal. Na hélice anterior, v′=0v'=0 e κ=3/25\kappa=3/25. Em t=0t=0, N=(−1,0,0)\mathbf N=(-1,0,0) e

a=(−3,0,0)=0⋅T+25⋅325(−1,0,0).\mathbf a=(-3,0,0)=0\cdot\mathbf T+25\cdot\frac{3}{25}(-1,0,0).

Toda a aceleração é normal e aponta para o eixo. Num arranque em linha reta, pelo contrário, κ=0\kappa=0 e toda a aceleração é tangencial.

Normal quando a velocidade escalar varia

Se a partícula acelera também ao longo da tangente, normalizar r′′\mathbf r'' não dá a normal principal. Da relação a=v′T+vT′\mathbf a=v'\mathbf T+v\mathbf T' resulta

v′=r′⋅r′′v.v'=\frac{\mathbf r'\cdot\mathbf r''}{v}.

Retira primeiro a componente tangencial:

T′=a−v′Tv.\mathbf T'=\frac{\mathbf a-v'\mathbf T}{v}.

Só depois normaliza T′\mathbf T' para obter N\mathbf N, quando esse vetor não é nulo. O produto T⋅T′=0\mathbf T\cdot\mathbf T'=0 permite conferir a conta.

Por exemplo, para r(t)=et(cos⁡t,sin⁡t,1)\mathbf r(t)=e^t(\cos t,\sin t,1), a velocidade escalar é v=3etv=\sqrt3e^t. Em t=0t=0, temos r′=(1,1,1)\mathbf r'=(1,1,1) e a=(0,2,1)\mathbf a=(0,2,1).

Daqui sai T=(1,1,1)/3\mathbf T=(1,1,1)/\sqrt3 e v′=3v'=\sqrt3. A componente normal da aceleração é a−v′T=(−1,1,0)\mathbf a-v'\mathbf T=(-1,1,0). Assim, T′=(−1,1,0)/3\mathbf T'=(-1,1,0)/\sqrt3 e N=(−1,1,0)/2\mathbf N=(-1,1,0)/\sqrt2.

Normalizar (0,2,1)(0,2,1) daria um vetor que nem é perpendicular a T\mathbf T. A velocidade crescente também muda o cálculo do arco: entre 00 e 11, o comprimento é 3(e−1)\sqrt3(e-1), não a velocidade inicial vezes o tempo.

Curvatura

A curvatura mede quanto a tangente roda por unidade de comprimento:

κ=∥dTds∥=∥T′∥∥r′∥=∥r′×r′′∥∥r′∥3.\kappa=\left\|\frac{d\mathbf T}{ds}\right\| =\frac{\|\mathbf T'\|}{\|\mathbf r'\|} =\frac{\|\mathbf r'\times\mathbf r''\|}{\|\mathbf r'\|^3}.

Voltando à hélice inicial r(t)=(cos⁡t,sin⁡t,t)\mathbf r(t)=(\cos t,\sin t,t), ∥T′∥=1/2\|\mathbf T'\|=1/\sqrt2, logo κ=1/2\kappa=1/2. O raio de curvatura é ρ=1/κ=2\rho=1/\kappa=2 e o centro de curvatura em t=0t=0 é P+ρN=(−1,0,0)P+\rho\mathbf N=(-1,0,0). Este centro está no plano osculador, não necessariamente no eixo da hélice.

No plano, substitui o produto vetorial por ∣x′y′′−y′x′′∣|x'y''-y'x''|. Para um gráfico y=f(x)y=f(x), obténs κ=∣f′′∣/(1+f′2)3/2\kappa=|f''|/(1+f'^2)^{3/2}.

Na circunferência de raio RR, a curvatura é 1/R1/R: um círculo menor dobra mais depressa. Na reta, é zero e não há raio de curvatura finito. As fórmulas exigem regularidade, ou seja, uma parametrização com velocidade nula precisa de análise antes de as aplicares.

Exercícios

Triedro e centro de curvatura

Para r(t)=(3cos⁡t,3sin⁡t,4t)\mathbf r(t)=(3\cos t,3\sin t,4t), calcula T\mathbf T, N\mathbf N, B\mathbf B, κ\kappa e o centro de curvatura em t=0t=0.

Pista

A velocidade tem norma 5. A derivada da tangente tem norma 3/53/5.

Mais uma pista

Assim, κ=(3/5)/5\kappa=(3/5)/5. Usa P=(3,0,0)P=(3,0,0) e o normal para o eixo.

Solução

Temos T=(0,3/5,4/5)\mathbf T=(0,3/5,4/5), N=(−1,0,0)\mathbf N=(-1,0,0) e B=(0,−4/5,3/5)\mathbf B=(0,-4/5,3/5). A curvatura é 3/253/25, o raio 25/325/3 e o centro (−16/3,0,0)(-16/3,0,0).

Confere a tua resposta:

  • Normalizei a velocidade.
  • Calculei N a partir de T, e B por produto vetorial.
  • Usei P mais N dividido pela curvatura.

Erros frequentes

Normalizar a aceleração só coincide com N em casos particulares. O centro de curvatura não é necessariamente o centro do círculo projetado.

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Curvatura máxima e centro de curvatura

Para y=x2y=x^2, determina a curvatura em cada ponto, prova onde é máxima e encontra o centro de curvatura nesse ponto.

Pista
Usa a fórmula de curvatura para um gráfico.
Solução

κ(x)=2/(1+4x2)3/2\kappa(x)=2/(1+4x^2)^{3 / 2}. O denominador é pelo menos 1, com igualdade apenas em x=0x=0, por isso o máximo é 2. Para a parametrização (t,t2)(t,t^2), a normal no vértice é (0,1)(0,1). O raio é 1/21/2 e o centro é (0,1/2)(0,1/2).

Confere a tua resposta:

  • Obtive a curvatura como função de x.
  • Justifiquei o máximo global.
  • Localizei o centro de curvatura no vértice.

Erros frequentes

A segunda derivada e a curvatura só coincidem aqui porque o declive é zero.

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Reparametrizar pelo arco e separar a aceleração

Para r(t)=(3cos⁡t,3sin⁡t,4t)\mathbf r(t)=(3\cos t,3\sin t,4t), toma s(0)=0s(0)=0, calcula o comprimento de uma volta, escreve s(t)s(t), a reparametrização q(s)\mathbf q(s) e a decomposição de a\mathbf a em t=0t=0.

Pista
A velocidade escalar é constante e igual a 5.
Mais uma pista

Usa s=5ts=5t, t=s/5t=s/5 e κ=3/25\kappa=3/25 com N=(−1,0,0)\mathbf N=(-1,0,0).

Solução

Como v=5v=5, uma volta tem comprimento 10π10\pi. Temos s(t)=5ts(t)=5t e

q(s)=(3cos⁡(s/5),3sin⁡(s/5),4s/5),\mathbf q(s)=(3\cos(s/5),3\sin(s/5),4s/5),

com norma da derivada 1. A aceleração é (−3,0,0)(-3,0,0); como v′=0v'=0, é toda normal: 25(3/25)N25(3/25)\mathbf N.

Confere a tua resposta:

  • Calculei s(t) e inverti a função.
  • Confirmei velocidade unitária na nova parametrização.
  • Separei a aceleração em tangencial e normal.

Erros frequentes

Reparametrizar exige inverter s(t)s(t), não apenas dividir o vetor por 5. A aceleração normal aponta para N\mathbf N, não para a origem do referencial.

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Uma parametrização que para

A parametrização r(t)=(t3,0)\mathbf r(t)=(t^3,0), t∈Rt\in\mathbb R, descreve uma reta. É regular em t=0t=0? Podemos usar aí a fórmula de curvatura com esta parametrização? Dá uma parametrização regular da mesma imagem.

Pista

Calcula r′(0)\mathbf r'(0) antes de dividires pela velocidade.

Mais uma pista

Uma curva geométrica pode ser lisa mesmo que a parametrização escolhida tenha velocidade nula.

Solução

r′(t)=(3t2,0)\mathbf r'(t)=(3t^2,0) anula-se em t=0t=0. Esta parametrização não é regular nesse ponto e a fórmula teria denominador zero. A parametrização q(s)=(s,0)\mathbf q(s)=(s,0) tem velocidade (1,0)(1,0) em toda a reta e curvatura zero.

Confere a tua resposta:

  • Verifiquei a velocidade na origem.
  • Distingui a imagem da curva da parametrização.
  • Encontrei uma parametrização regular da mesma reta.

Erros frequentes

Velocidade nula não prova que a imagem tenha um canto. Também não permite concluir curvatura zero a partir de 0/00/0.

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Retirar a aceleração tangencial

Considera r(t)=et(sin⁡(2t),cos⁡(2t),2)\mathbf r(t)=e^t(\sin(2t),\cos(2t),2), para 0≤t≤10\le t\le1. Calcula o comprimento do arco e, em t=0t=0, o triedro, a decomposição da aceleração, o plano normal, a curvatura e o centro de curvatura.

Pista

Usa v′=r′⋅r′′/vv'=\mathbf r'\cdot\mathbf r''/v e normaliza r′′−v′T\mathbf r''-v'\mathbf T, em vez de normalizares toda a aceleração.

Solução

Pela regra do produto, a velocidade é

r′=et(sin⁡(2t)+2cos⁡(2t),cos⁡(2t)−2sin⁡(2t),2).\mathbf r'=e^t(\sin(2t)+2\cos(2t),\cos(2t)-2\sin(2t),2).

A soma dos quadrados das duas primeiras componentes, antes do fator e2te^{2t}, é 5. A terceira acrescenta 4, logo v=3etv=3e^t e

L=∫013et dt=3(e−1).L=\int_0^1 3e^t\,dt=3(e-1).

No instante inicial, P=(0,1,2)P=(0,1,2), r′=(2,1,2)\mathbf r'=(2,1,2) e a=(4,−3,2)\mathbf a=(4,-3,2). Então T=(2,1,2)/3\mathbf T=(2,1,2)/3 e v′=3v'=3. A parcela normal da aceleração é

a−3T=(2,−4,0).\mathbf a-3\mathbf T=(2,-4,0).

A sua norma é 252\sqrt5, portanto

N=(1,−2,0)/5.\mathbf N=(1,-2,0)/\sqrt5.

O produto pela ordem T×N\mathbf T\times\mathbf N dá

B=(4,2,−5)/(35).\mathbf B=(4,2,-5)/(3\sqrt5).

Os vetores têm norma 1 e são ortogonais. A decomposição é a=3T+25N\mathbf a=3\mathbf T+2\sqrt5\mathbf N, o que também confirma as três componentes de (4,−3,2)(4,-3,2). O plano normal passa por PP e tem normal (2,1,2)(2,1,2):

2x+(y−1)+2(z−2)=0.2x+(y-1)+2(z-2)=0.

Como v2κ=25v^2\kappa=2\sqrt5, temos

κ=25/9,ρ=9/(25).\kappa=2\sqrt5/9,\qquad \rho=9/(2\sqrt5).

O centro fica na direção de N\mathbf N:

C=P+ρN=(9/10,−4/5,2).C=P+\rho\mathbf N=(9/10,-4/5,2).

A aceleração total não serve de normal, pois a⋅T=3≠0\mathbf a\cdot\mathbf T=3\ne0. O comprimento do arco também não se calcula multiplicando a velocidade inicial pelo intervalo de tempo.

Confere a tua resposta:

  • Derivei a velocidade e a sua norma antes de avaliar em zero.
  • Retirei a componente tangencial para encontrar a normal.
  • Calculei o binormal, o plano normal, a curvatura e o centro.
  • Integrei a velocidade variável para obter o comprimento.
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